22 agosto 2010

Delicias do Oriente

Sunomono
Pepino em conserva - usado geralmente como entrada

ingredientes 
  • Pepino japonês
  • Molho Su (receita abaixo)
  • Sal
  • kani
  • Gergelim torrado

Pegue os pepinos corte eles (com a casca) em fatias finas, despreze as pontas. Espalhe um pouco de sal  e deixe descansar por um tempo, uns 10 a 20 minutos, você verá que o pepino está bom quando ele ficar bem flexível podendo ser dobrado sem quebrar.

12 agosto 2010

Minority Report é Agora


O filme Minority report, 2002 baseado num conto de Philip k. Dick, ocorre em um futuro onde os crimes são prevenidos antes deles ocorrerem. Neste futuro há indivíduos capazes de ver o futuro, os precogs. Estes passam a informação dos crimes que ainda não aconteceram para a polícia e esta pune os criminosos antes mesmo deles cometerem os crimes.


Bem futurista e irreal certo? 
Errado.

Várias pessoas foram, estão sendo ou serão processadas antes de terem cometido seus crimes. - Acho até confuso identificar qual tempo verbal usar corretamente.

05 agosto 2010

Quanto vale o livro e para onde eu mando o Cheque?





Qualquer pessoa já deve ter ouvido no mínimo uma vez a frase:
"No Brasil os livros são caros, e são caros porque ninguem lê, e ninguém lê porque os livros são caros"


E ficamos presos nesse ciclo vicioso até o final dos tempos. Qual seria a solução então para nos  livrarmos dele? Simples, aumentar o número de leitores que não compram livros. - O que de certa forma já acontece com o compartilhamento de arquivos na internet. 



"Compartilhamento de arquivos pela  internet".  Basta falar essa singela frase e já vejo os piratas chegando e atrás deles o grupo de linchamento gritando que pirataria é crime, como ficam os direitos autorais? Lembrando que compartilhamento de arquivos no Brasil não é crime.


01 agosto 2010

Vai um cafezinho ai?


Não importa onde, desde um casebre até uma mansão, em um salão de belezas e até em algumas lojas, você ouve a mesma pergunta "você aceita um cafezinho?"
Muitas pessoas dizem que a paixão nacional é o futebol, outros dizem que é o samba, mas a verdade é que a verdadeira paixão do brasileiro é o cafezinho.
E cada um tem seu segredo de preparo da xícara de café perfeita, desde a marca de pó favorita até a forma como ele é coado; e existem várias formas de preparar o café - mas isso fica para um outra hora - por enquanto, pegue uma xícara, sente-se confortavelmente na sua cadeira e conheça mais sobre o café nosso de cada dia.

Tudo começou com bodes dançarinos. A lenda diz que um pastor da Etiópia percebeu que seus bodes ficavam agitados, parecendo que estavam dançando, depois de comerem os frutos da planta do café, e comentou com um monge sobre o acontecido. O monge resolveu experimentar os frutos, e percebeu que estes o ajudavam a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de estudo. A descoberta se espalhou rapidamente pelo monastério criando um bando de viciados em café.

30 julho 2010

Se a Guerra fosse um Jogo de Computador

Não gosto de guerra, acho que somente gostam delas os fabricantes de armamentos e alguns políticos, na verdade não gosto nem mesmo de jogos de vídeo-games de guerra, existem vários disponíveis no mercado Medal of Honor, Gear of Wars, Call of duty e outros.

Mas vendo fotos tiradas no Afeganistão, fiquei pensando se muitas delas não caberiam perfeitamente em imagens de propaganda de um vídeo game.

O que alias, não é de todo estranho, uma vez que a guerra está se aproximando mais e mais de vídeos games. Ainda que a imagem que me vem a mente quando eu imagino guerra seja oriunda de filmes como Apocalipse now onde o combate ainda era mais homem a homem.
No entanto, a realidade é que atualmente a guerra está se assemelhando mais e mais com um jogo de vídeo game.

28 julho 2010

O que diz Molero

Anos atrás eu vi essa peça extremamente longa com cerca de quatro horas de duração, poucos atores para interpretar dezenas de personagens e um cenário único para retratar vários e diferentes locais.

E foram excelentes quatro horas, os atores perfeitos, eu realmente vi dezenas de personagens diferentes, as vezes mudando apenas a posição de uma gravata criava-se a magia em cena e mudava completamente o personagem.

O texto de "O que diz Molero" é incrível. a ideia de princípio simples: é a história de Austin e Mister Deluxe que lêem e discutem trechos de um relatório escrito por Molero a respeito de alguém citado apenas como Rapaz, mas que se abre em vários personagens que passaram a vida do Rapaz.

O livro foi escrito por Dinis Machado, e a peça no Brasil foi belamente adaptado para o teatro por Aderbal Freire-Filho.




Trecho inicial

“Teve uma infância estranha” - disse Austin.

“Em última análise, todas as infâncias o são” disse Mister Deluxe.

“Molero diz - disse Austin - que a infância do rapaz foi particularmente estranha, condicionada por questões de ambiente que fizeram dele, simultaneamente, ator e espectador do seu próprio crescimento, lá dentro e um pouco solto, preso ao que o rodeava e desviado, como se um elástico o afastasse do corpo que trasnportava e, muitas vezes, o projetasse brutalmente contra a realidade desse mesmo corpo, e havia então esse cachoar violento do que era e a espuma do que poderia ser, a asa tenra batendo “a chuva.”

“ O quê?” - perguntou Mister Deluxe.

“É curioso pensar – disse Austin, passando por cima da pergunta direta – que o rapaz tirava Burriés do nariz quando era pequeno, mas não os comia logo.”

“ Hã? ” - fez Mister Deluxe.

“ Não os comia logo – acentuou Austin -, colava-os na parede para os comer no dia seguinte. -Houve uma pausa_ Gostava deles secos – explicou”

“É óbivio – disse Mister Deluxe -, não estou a falar dos burriés, estou a falar das idiossincrasias de Molero – Debruçou-se sobre a secretária e virou uma folha do calendário de mesa. – Ainda estávamos no dia de ontem – dise ele.

“Temos várias pistas – disse Austin -, um tabique, uma casca de banana, uma sina, um escarrador, uma tela de Miró, uma passagem do relatório que esclarecem o problema, passagem aparentemente insignificante, mas que talvez sejam efetivamente outra coisa, como o fato de o pai jogar bowling com garrafas, quando lá no bairro ainda ninguém sabia o que era o bowling, isso depois de beber o conteúdo das garrafas, eram garrafas de vinho, cerveja aguardente eu mais que viesse, eles ficava bêbado e depois jogava bowling e partia as garrafas com uma grande bola de prata de chocolates, e o rapaz ficou sempre cm o som nos ouvidos, o som de garrafas partidas enchendo a noite, um perpétuo estilhaçar de nervos.”

24 julho 2010

Propagandas Verdadeiramente Falsas

Já pensou como seriam as propagandas para coisas que geralmente não precisam de propagandas?

Propaganda para Livros




Propaganda para as Mãos